Bem aqui, com meus celulares desligados, as janelas fechadas e meus soluços. Pensando no passado, ou o que sobrou dele em minha memória despedaçada. Nos dias em que eu pensava que nada podia ficar pior. Quando eu dormia chorando. Pelo dia ruim. Agora, as minhas manhãs são em prantos. Talvez pela plena certeza: as coisas podem piorar. E os dias normalmente são ruins.
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